O Românico teve uma forte expressão na região do Tâmega e Sousa, um território com inúmeros monumentos que, até aos dias de hoje, preservam as suas características.
Com início no Parque Urbano de Lousada, este percurso, com cerca de 20km, percorre alguns monumentos mais icónicos do Românico na região.
O primeiro ponto do trajeto é a Igreja do Salvador de Aveleda. De planta retangular, construída pela devoção dos povos medievos, a sua estrutura possui várias características de um românico já tardio.
Chama-se especial atenção para o portal ocidental e para os elementos patentes no aparelho pétreo, caracterizados pela robustez que marca este estilo.
O percurso continua, rumo à Capela de Nossa Senhora do Rosário, para logo depois chegar ao Parque de Lazer de Cernadelo.
Com o rio Sousa a dar vida ao Parque, este é um ponto de grande interesse natural, onde, com um pouco de sorte, é possível várias espécies de aves, como o pato-real (Anas platyrhynchos), a Garça- real (Ardea cinérea) ou o Guarda-rios (Alcedinidae), bem como várias espécies de mamíferos e répteis.
O trajeto segue rumo à Ponte da Veiga, passando pelo Marco da Ordem de Cristo.
Localizada na freguesia do Torno, a Ponte da Veiga terá sido construída entre o período medieval e a primeira metade da centúria de Trezentos, não sendo precisa a sua data de construção.
Passando pela Santuário de Nossa Senhora da Aparecida, o percurso segue rumo ao Parque da Torre de Vilar, local onde é possível visitar esta Torre e estar em contacto com várias espécies de fauna e flora.
Aqui a paisagem é marcada pela presença de árvores como o Loureiro (Laurus nobilis), o Medronheiro (Arbutus unedo) e a Bétula (Betula). No que diz respeito à fauna, a Geneta (Genetta genetta), o Tourão (Mustela putorius) e o Coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus), percorrem este território, sobrevoado por aves como o Peto-verde (Picus viridis), a Águia-de-asa-redonda (Buteo búteo) e a magnifica Coruja-das-torres (Tyto alba).
A Torre de Vilar é um incontestável símbolo de poder, uma fortificação robusta, de paredes lisas, rasgadas por janelins. A sua função militar terá sido secundária, com um aspeto que se assemelha ao de uma torre de menagem.
Antes de chegar à Ponte do Vilela, já próximo do final do percurso, é ainda possível visitar a Igreja de Vilar do Torno e a Capela de S. Bartolomeu, testemunhos da fé.
A Ponte de Vilela cruza o rio Sousa, um magnifico exemplar de construção apurada, que servia de via de comunicação entre Penafiel e Guimarães. Apesar da sua traça ser tipicamente românica, a sua construção é mais recente, da Época Moderna (séculos XVII-XVIII).
O Caminho Românico 1 termina numa zona marcada pela molinologia, onde os moinhos de água eram utilizados para moer os cereais. Construções ancestrais criados pelo Homem para obter farinha.
Antes de acabar, é ainda possível visitar a Igreja de Pias.
O trajeto termina no ponto de partida, junto ao Parque Urbano de Lousada.
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Outras Informações
O trajeto possui troços em comum com o Caminho do Românico CR2.
Conteúdos da responsabilidade de Município de Lousada
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