Com cerca de 3km, este percurso linear parte de Santa Bárbara, em direção a Cabouco. Um trilho que percorre paisagens únicas, num passeio que explora a Ilha de São Miguel, com elevado valor natural e vulcanológico.
Pico Queimado, foi o nome atribuído ao Pico do Sapateiro, cuja erupção aconteceu a julho de 1563 e que agora dá nome a este percurso.
Logo no início do trajeto, o primeiro ponto de interesse que é possível visitar é o Basalto. Resultante do arrefecimento das escoada lávica fluida da erupção do Pico Queimado, em 1563, este local permite ver estes dois rios de lava que se formaram em direção à freguesia de Rabo de Peixe.
Seguindo para sul, o trilho dirige-se agora para a Fenda do Pico Queimado. Com seis metros de profundidade, esta é uma das fendas que surgiu aquando da erupção.
Próximo do Pico Queimado, é possível encontrar o Algar do Pico Queimado, uma cavidade vulcânica com 37 metros de profundidade. Estes algares são antigas chaminés/condutas vulcânicas, normalmente verticais, que foram drenadas de lava.
A rota continua, o próximo ponto é a Vista para o Vulcão do Fogo. Aqui, sugere-se uma paragem para aproveitar a paisagem sobre o grande edifício vulcânico que se vem formando ao longo dos últimos 300 mil anos. A sua altitude máxima é de 947 metros, no Pico da Barrosa. No todo, possui uma caldeira de colapso, a mais jovem da Ilha de São Miguel, com 15 mil anos e a mais pequena, com 2,8km de diâmetro. Deste ponto, é também possível observar a paisagem sobre o Complexo Vulcânica dos Picos e para o Vulcão das Setes Cidades.
O Complexo Vulcânico dos Picos é formado por uma cordilheira com mais de 200 cones alinhados, segundo fraturas noroeste-sudoeste e oeste-este, entre o Vulcão do Fogo e o Vulcão das Sete Cidades.
O Vulcão das Setes Cidades foi formado ao longo de várias fases, com início há 800 mil anos. Com uma altitude máxima no Pico da Cruz, com 851 metros, possui no topo uma caldeira de colapso circular, com um diâmetro médio de 5,3km.
O último ponto do percurso é a Cratera do Pico Queimado, ponto que lhe dá nome. Aqui é possível ver o seu diâmetro máximo de 100 metros. Foi este o ponto que teve origem a erupção basáltica, com emissão de piroclastos, escoadas e uma coluna eruptiva de cor escura. Um acontecimento que marcou a gentes da região, mas também a paisagem e que esta rota permite conhecer, num percurso de elevado interesse natural e geológico que vale a pena descobrir.
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Other information
A Fenda e o Algar do Pico Queimado são pontos cuja a exploração apenas deve ser realizada por espeleologistas experientes, com material adequado.
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Comments
Comentado por Patricia em 9 de junho de 2023
Adorei!!
Comentado por zorba em 8 de janeiro de 2024
Paisagens fantásticas!
Nearby Routes
Estas são as rotas e percursos mais próximos do TM02 – Trilho do Pico Queimado
PRC 37 SMI Janela do Inferno (Rota da Água)
PR42 SMI Entre Túneis e Condutas (Rota da Água)
TM01 - Trilho Da Ponta Do Cintrão
Trilho Urbano Cidade de Lagoa
PR41 SMI Pedras Brancas (Rota da Água)
TM04 – Trilho Ladeira da Velha
TM05 – Trilho do Caminho de Água da Gorreana
TM03 – Trilho da Barquinha
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